Mixtape 5 – Lado B: Filmes sobre música

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Sejam bem-vindos a mais um Mixtape! No episódio de hoje, Gustavo recebe Vinicius e Bel (diretamente do episódio anterior) e Lucas Bahamut nesta segunda parte do Mixtape #5 para falar sobre FILMES QUE FALAM DE MÚSICA!

 

Mencionado neste episódio:

 

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  • gustavozelele

    E aí Bruno! Assim que eu receber meus instrumentos lá de bsb (deve acontecer ainda essa semana) a gente já pode voltar a pensar nesse projeto hein!

  • Bruno Grandolpho

    Olha eu aqui também 🙂
    Ótimo episódio…
    Bahamut senhor da gringolândia…
    Gustavo ainda estou no aguardo pro projeto paralelo… (não, não estou bravo com vc…. kkkkkk)

  • Está aí uma maneira interessantíssima de interpretar a relação deles que eu nem tinha pensado. Muito bacana como um filme relativamente simples pode ser visto de tantas formas.

    Valeu Andrei! Um abraço e…

    … não olhe pra trás.

  • Whiplash pra mim foi o melhor filme de 2014 (apesar de só ter visto esse ano). A relação do professor-aluno pode ser entendido em tantos níveis e de tantas formas. É uma relação doente em que temos com nós mesmos, quando gostamos tanto de algo e de maneira tão intensa, que passamos por tudo para fazer com que preencha nosso coração, mesmo se de certa forme for algo que aos poucos vai nos matando. Enfim, excelente episódio galera. =)

  • Excelente episódio…. Bem divertido, mas senti a falta do Alta Fidelidade na pauta. (Nada que desabone)

  • hahahaha No aguardo!

  • Tu é dos meus! E nossa… vi o vídeo e to cheio das idéias pra comentar. Vou deixar as idéias se assentaram e elaborar uma resposta decente e sucinta (exagerei no último comentário rs).

  • Hahahahaha Tipo acho que cada um tem seu limite de fato, muitas vezes pode acontecer como o Andrew disse, passar do limite e frustrar a pessoa a ponto dela deixar de se interessar por algo que ela gostava ou poderia gostar.
    Os professores devem de fato buscar cobrar mais dos alunos mas também tem que haver um limite, ainda mais no ensino fundamental por exemplo, dependendo da idade do jovem, pode ser até pior tentar forçar a barra.
    Esse assunto me lembrou de um vídeo que assisti recentemente:

    No vídeo o cara comenta sobre esse tipo de pessoa que procura somente os “erros” nas coisas, é bem interessante porque mostra que existe 2 lados dessa moeda.

    Agora sobre a parada da contabilidade, eu acho que a pessoa tem que fazer oque gosta, pra mim seria muito pior eu gastar a minha vida inteira em um trabalho frustrante, só pra poder me aposentar aos 50 anos com milhões, eu prefiro curtir a minha vida. xD Mas claro, esse sou eu, tem pessoas que colocam o dinheiro acima de qualquer coisa. hahahahaha

  • Aeeew! Ouvintes maravindos! xD

    Ooooooooooooooooooi!

  • samyr87

    o Lucas Bahamut me trouxe aqui.
    OI LUCAS.

    ouçam o SCICAST também.

  • gustavozelele

    Caracas, é mesmo Reuel! Só lembrei dele depois que você comentou aqui 😐

  • gustavozelele

    Verdade, foi realmente uma crítica muito bem feita (e muito válida também). Vou melhorar nos próximos, prometo! 🙂

  • gustavozelele

    HAHAHAHAHAHA eu percebi isso só na edição 😛

  • Caramba, quem chamou esse idiota que fica falando Etta Jones? Que cara burro! É Etta JAMES!

    Pior que eu adoro ela e fiquei falando errado. Que mané hahaha

  • E eu agradeço de coração. Foi uma crítica muito bem feita 😀

  • Agatha Gonçalves

    Eu sei que ele é maneiro só pelo decorrer do podcast.
    Só que outras pessoas podem entender de outra forma, achei melhor falar só para entenderem a minha colocação e só pela postura dele ao responder meu comentário já tirou aquele meu desagrado que tive ao final.
    Eu sou muito ligada a isso Bahamut, já sofri muito com preconceitos. E ainda falando dessas coisas que acabam afetando o ser humano, esses dias atrás estava com meu namorado assistindo um stand-up do Fabio Porchat pelo Netflix e enquanto o meu namorado chorava de rir eu não me expressei de forma alguma, apenas fiquei quieta. Quando meu namorado percebeu isso, ele falou, vou desligar, pois já vi que ele esta sendo mega machista e isso não tá te divertindo.

    Resumindo tudo o que eu escrevi, as vezes o que é legal pra mim, não é pra outra pessoa e trabalhar com o público é complicado, 1 coisinha já vira um monstro, então foi só para dar um feedback mesmo.

  • O Lucas Bahamut não me trouxe aqui.

    …não, pera!

  • Agatha Gonçalves

    Fiquei feliz com sua postura sobre o meu comentário, nem todos os podcasters entendem essas coisas.

  • Putz, verdade, eu não lembrei desse filme, só agora que você falou. É muito interessante mesmo

  • Agatha, eu acho que era mais uma piada ali no final. A piada só é engraçada por que a galera sabe que o Gustavo é muito gente boa, e não preconceituoso. É como se ele tivesse tirando sarro das musicasr que não gosta, mas tenho certeza que ele concorda contigo.

    Muitíssimo obrigado pelo feedback! E que a gente vá aprendendo xD

  • gustavozelele

    Oi Agatha, fico feliz que você gostou! 😀
    E sobre as piadinhas que eu fiz com os outros estilos musicais, é só piadinha mesmo. Pretendo falar aqui sobre TODOS os tipos de música, independente do meu gosto pessoal. Desculpa se pareceu preconceito da minha parte, vou maneirar nesse tipo de humor daqui pra frente! Obrigado pela dica 😉

  • Agatha Gonçalves

    O Zé conversinha (Bahamut) me trouxe aqui! o/

    Whiplash é fantástico, é genial. É muita informação para um filme, mas quem realmente gosta de música, gosta desse filme e realmente como falaram, na arte, você se fode mesmo. Ou batalha, ou fica estagnado.
    Estou chateada, assisti pouquíssimos filmes que vocês falaram, mas estou aguardando o nome dos filmes ali no post, pois quero assistir TODOOOOS!
    Assisti o filme do meu amado Johnny Cash e o filme é lindo. Do Cazuza, por mais que o filme o tenha deixado ao chão, eu AMO ele, me empolgo tdas as vezes que assisto.
    Eu adoro filmes sobre música, sempre nos mostra a história do cantor ou banda de uma forma interativa e isso é magnífico, adorei esse tema.

    Só uma coisa que eu não gostei no podcast…
    É um podcast sobre música (pelo que vi pelo site) e por mais que alguns ritmos vocês não considerem música ou não queiram falar sobre, acho que outros ritmos musicais devem ser respeitados. Não gosta, ok, ponto final. Agora ficar zoando ou falando que aquilo ou isso não é música me desagradou um pouco.
    Já falei mal de vários ritmos musicais que não gosto, mas hoje eu amadureci e percebi que esse preconceito pode acarretar em várias outras coisas e se para um podcast, o melhor é tentar alcançar o maior número de público possível, isso de julgamentos e preconceitos acaba deixando o podcast como a maioria. Como disse, vocês não precisam fazer um podcast sobre o tema, mas pelo menos respeitar o que o outro gosta.

    Continuarei escutando, pois gostei muito da interação de vocês e me desculpem se falei algo que desagradou, só estou tentando ajudar.

    Beijoooos

  • Vinicius

    O Lucas Bahamut NÃO me trouxe aqui. Eu já ouvia (e participava) antes de ser modinha.

  • Moisés

    tentando me recuperar da dança da motinha

  • Tiago Medeiros

    ̶O̶ ̶L̶u̶c̶a̶s̶ ̶B̶a̶h̶a̶m̶u̶t̶ ̶m̶e̶ ̶t̶r̶o̶u̶x̶e̶ ̶a̶q̶u̶i̶.̶
    BelGu me trouxe aqui!
    O episódio está excelente! E para endossar o coro: #BelCanta #BelCanta #BelCanta #BelCanta #BelCanta #BelCanta #BelCanta #BelCanta #BelCanta #BelCanta [só dez vezes, né?]

  • <3

  • Translate all the things!

  • Kady Ball

    ❤️ I wish I knew portugese

  • Hahahaha muito bom. Eu tenho um professor agora de Análise Financeira que é assim também: um TREMEEEEENDO pau no cu. Eu to perdendo várias noites de sono por causa do cara. As provas dele são prá lá de difíceis, e eu nunca acerto nada na aula. Todavia, é a classe que eu mais aprendo, que mais me desafia, e por isso que mais desenvolve minhas capacidades profissionais. É um amor e ódio sem fim hahaha.

    Eu tive uma professora de Matemática no colegial que dizia que “alunos são como uma mola; quanto mais você preciona, mais eles fazem força pra crescer”. E era assim mesmo, quanto mais ela nos desafiava, melhor a gente ficava. Mas acho que tudo tem um limite, e o Fletcher com certeza passou deles. Mas o Andrew também tem culpa por se submeter a este tratamento.

    Eu observo a mesma relação de “os fins justificam os meios” nas carreiras contábeis. Quem se forma em contabilidade pode escolher entre trabalhar na contabilidade interna de uma empresa privada (Microsoft, Caterpillar, etc.) ou em uma empresa que faz contabilidade externa (PWC, KPMG, Deloitte, Ernst & Young).

    Na contabilidade externa, o contador trabalha de 70 a 80 horas por semana (sem exagero), chegando a 90 na tax season, por uns 3 a 5 anos seguidos. Depois ganha mais responsabilidades, podendo ser preso se fizer cagada, sem diminuir a carga horária. Em uns 15 anos, vira um Partner e aí que trabalha sem parar MESMO. Porém, o salário dos primeiros 3 a 5 anos é maior que $60.000 por ano, chegando a $150.000 até virar Partner. Depois disso, ganha fácil mais que $250.000 por ano nos primeiros anos, passando tranquilamente da marca de $1 milhão anual no fim da carreira. Normalmente muita poucas pessoas chegam a marca de Partner devido a competitividade (assim como o Andrew na bateria); mas quando chegam se aposentam cedo, com 50 anos mais ou menos.

    Na contabilidade interna é o oposto. A carga horária fica entre 50 a 70 horas por semana, no final do mês, e 40 a 50 horas por semana no meio do mês. A competição é muito menor, além de existerem muito mais cargos disponíveis entre CFO e recém contratado (mais etapas graduais de promoção). Todavia, o salário começa entre $46.000 a $54.000 anuais (eu ganhava $52 mil), e muito dificilmente passa de $100.000 no meio da carreira. Só os comptrollers e CFOs vão ganhar mais que $150.000, e a aposentadoria vem só depois dos 60 anos. Em empresas enormes os CFOs ganham muito mais que isso, mas são excessões à regra, e o ambiente de competição e trabalho volta a ser parecido com a da contabilidade externa.

    Como eu gosto de ter essa coisa chamada de vida, eu disse não pra contabilidade externa e fiquei 1 ano fazendo análise pra Bunge. Mas maluco que sou, resolvi ter o pior dos dois mundos: carreria acadêmica! Ganha menos e trabalha PARA C A R A L H O.

    Hahaha me fudi 😀

  • Renan Rufino

    Já assinando o feed por causa da recomendação do Lucas Bahamut, o ouvinte profissional de podcast!

  • Po concordo com os caras do Whiplash serem Pau no CU hahahaha Mas é bem a real o argumento do Lucas, o filme em si n é sobre os personagens.

    O filme é bem interpretativo, a parada dos fins justificam os meios pesa na hora de julgar os personagens. Minha namorada mesmo, no final do filme ela estava do lado do Fletcher.

    Eu já tive um professor pau no CU MASTER, eu odiava aquele maldito, mas querendo ou não eu acabei me esforçando muito mais na escola, e hoje é o professor que eu mais me recordo do ensino fundamental. Felizmente ele não da mais aula na minha ex escola, foi expulso por ser homofóbico. hahahahahaha Na faculdade a gente vê muito esse tipo de Pau no Cu, tem professor que quer foder com a vida dos alunos, chega ao ponto de humilhar, mas no final ta lá ele sendo o professor homenageado.

  • Já era assinante mas já que ta todo mundo falando: O Lucas me trouxe aqui

    Agora com esse boom de comentários eu espero que o gustavo edite os casts mais rapidamente.

  • Hahaha tu é muito truta das quebradas, brodi das tretas da vida, fortalece os rolês.

  • Eu ia comentar que o Lucas (Zé conversinha) me trouxe aqui, mas nem vou mais, ta todo mundo falando isso. rs

  • Primeiro: o Lucas me trouxe aqui (também)!

    Segundo: EXCELENTE podcast!! Principalmente quando o Lucas tá cantando, quanta afinação, que voz maravilhosa! HAHAHAHAHAHA…

    Whiplash foi o melhor filme sobre música que eu já assisti até hoje! Precisei parar de ver o filme também umas 2x, porque tava sofrendo junto com o Miles Teller.

    Cadillac Records, que filme!! <3

    Já assinei o podcast de vocês e vou ouvir os outros!! o/

    P.S.: Bel quero te ouvir cantando!!

  • É nóis na paçoca! 😀

  • Andrey Santana Gonçalves

    Bora escutar! Dica do Lucas!

  • M4rpheus

    Comentário feito ali à cima – Matheus B.C.C.

  • M4rpheus

    O Lucas Bahamut me trouxe aqui.

  • Galera, amei esse podcast! Já assisti a maioria dos filmes apresentados, mas senti falta de um SUPER FODA, The Boat That Rocked (Os Piratas do Rádio). Como assim vcs não falaram dele????? Outra coisa —> #BelCanta <3

  • SAIU! SAIU! SAIU! Barata voa, desespero, correria, BAIXANDO.